domingo, 29 de maio de 2011

Relatório do filme "Luther"

O filme "Luther" retrata a vida de Martinho Lutero.

O filme começa no decorrer de uma tempestade no momento em que Lutero regressava a casa, com medo de perder a vida confia a sua vida a Deus. Martinho sobrevive à tempestade e torna-se monge no mosteiro de Erfurt. No mosteiro conhece Johann von Staupitz, um velho monge que se torna seu chefe e mentor. Nos tempos em que vivia no mosteiro era constantemente atormentado com imagens de Deus como sendo um Deus de ódio e de punição.
Martinho é enviado a Roma. Quando lá chega encontra-se motivado por estar num local como Roma mas quando entra na povoação rapidamente percebe que ali o Clero não é fiel aos ideais da religião. Lutero sente-se indignado por ver afinal as Indulgências são apenas uma forma de extorquir dinheiro aos crentes.
Quando regressa à Alemanha começa a desmistificar a ideia de um Deus de ódio e de julgamento e a dar relevo a um Deus de amor e ao amor que Deus tem por todos. É nesta altura que Lutero toma a decisão de sepultar uma criança que se havia suicidado, este acto criou um grande espanto na população pois até então os suicidas eram vistos como almas pecadoras e por isso não tinham o direito de ser enterrados. Mais tarde, chega à cidade João Tetzel que vem para assustar a população com o inferno e a punição fazendo com que as pessoas comprassem as indulgências por terem medo. Lutero, revoltado, faz duras criticas às indulgências dizendo que não passa de um pedaço de papel. Então Martinho decide colocar 95 teses em que condena os actos dos enviados de Roma. Martinho é chamado a Augsburg para ser interrogado. Lutero foi excomungado e o Papa Leão X ordenou que Lutero se entregasse a Roma mas Frederico, da Saxónia, protegeu-o. Frederico e Carlos V (sacro-imperador) chegam a acordo e decidem que Martinho será julgado em Worms. No tribunal é incentivado a negar as suas crenças, mas recusa-se a nega-las e continua a defender as suas teses. Após o julgamento, Lutero é forçado a viver escondido enquanto o seu antigo professor Andreas Karlstadt começa a ser pressionado pela população. Lutero decide então traduzir a Bíblia para alemão.
Mais tarde, aparece Katharina von Bora que vai pedir auxílio a Lutero por ser uma refugiada e acaba por se casar com Lutero. Carlos V reúne os eleitores do Sacro-império Romano de Augsburg para forçá-los a proibir o Protestantismo, a Bíblia em alemão e outras obras. 
Martinho Lutero acaba«ou por conseguir alcançar a liberdade religiosa. Continuou a pregar e espalhar a Palavra. Lutero e Katharina tiveram um casamento feliz e tiveram seis filhos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Questionário sobre Kant

Caracterize o pensamento ético de Kant e explicite o significado de cada um dos conceitos.
R: A ética Kantiana é uma ética racionalista, de natureza deontológica; racionalista porque é na razão que se fundamenta a lei moral; deontológica porque a moralidade da acção é determinada em função do dever.
Qual é princípio supremo da moral no modelo ético de Kant? Justifique.
R: O princípio supremo da moral no modelo ético de Kant é a “Boa Vontade”.
Resuma em poucas palavras o texto da FMC (Fundamentação da Metafísica dos Costumes) que se encontra no manual, pag. 102?
R: Este texto da FMC transmite-nos a ideia de que aquilo que desde o início sempre nos foi ensinado e que sempre adquirimos como sendo valores “bons” também têm o seu lado “mau” mas que apenas depende da forma como o agente faz uso desses mesmos valores como a coragem, a felicidade, a decisão e todo esse leque de valores que desde sempre são entendidos como positivos.
“Se quiseres que os outros te respeitem, deves falar a verdade”. Kant subscreveria esta afirmação? Justifique a sua resposta.
R: Kant subscreveria esta afirmação porque defende que devemos fazer aos outros aquilo que queremos que nos façam a nós e se Kant era um defensor da verdade ele iria pôr em prática esta afirmação.
Só são verdadeiramente boas as acções de uma boa vontade e a vontade só é boa quando age por dever. Kant subscreveria esta afirmação?
R: Penso que Kant subscreveria esta afirmação porque Kant de fende que uma vontade boa é uma vontade pura de qualquer determinação sensível, uma vontade desinteressada.

O que é para Kant a lei Moral?
R: Para Kant a lei moral é assumida como algo absoluto, não pode ser obedecia sob condições. É um dever que decorre da razão e só nela tem o seu fundamento. Kant recusa que a mesma possa ser extraída a partir de exemplos concretos.
Tendo nascido em 1724, o autor tornou-se um dos principais pensadores do iluminismo. Defina iluminismo.
R: Conjunto de ideias consolidadas no século XVIII, as quais têm, na razão e no esclarecimento, a via de emancipação do homem.

Porque razão se afirma que a ética de Kant, não tem conteúdos? Justifique a sua resposta.
A ética de Kant é uma ética sem conteúdos por ser uma ética formal e que não nos diz o que temos de fazer mas sim a maneira como devemos actuar. Esta ética menospreza o fim que rege a nossa forma de agir sublinhando o facto de que o que realmente importa é a intenção e coerência entre a acção e a lei.