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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Questionário sobre Kant

Caracterize o pensamento ético de Kant e explicite o significado de cada um dos conceitos.
R: A ética Kantiana é uma ética racionalista, de natureza deontológica; racionalista porque é na razão que se fundamenta a lei moral; deontológica porque a moralidade da acção é determinada em função do dever.
Qual é princípio supremo da moral no modelo ético de Kant? Justifique.
R: O princípio supremo da moral no modelo ético de Kant é a “Boa Vontade”.
Resuma em poucas palavras o texto da FMC (Fundamentação da Metafísica dos Costumes) que se encontra no manual, pag. 102?
R: Este texto da FMC transmite-nos a ideia de que aquilo que desde o início sempre nos foi ensinado e que sempre adquirimos como sendo valores “bons” também têm o seu lado “mau” mas que apenas depende da forma como o agente faz uso desses mesmos valores como a coragem, a felicidade, a decisão e todo esse leque de valores que desde sempre são entendidos como positivos.
“Se quiseres que os outros te respeitem, deves falar a verdade”. Kant subscreveria esta afirmação? Justifique a sua resposta.
R: Kant subscreveria esta afirmação porque defende que devemos fazer aos outros aquilo que queremos que nos façam a nós e se Kant era um defensor da verdade ele iria pôr em prática esta afirmação.
Só são verdadeiramente boas as acções de uma boa vontade e a vontade só é boa quando age por dever. Kant subscreveria esta afirmação?
R: Penso que Kant subscreveria esta afirmação porque Kant de fende que uma vontade boa é uma vontade pura de qualquer determinação sensível, uma vontade desinteressada.

O que é para Kant a lei Moral?
R: Para Kant a lei moral é assumida como algo absoluto, não pode ser obedecia sob condições. É um dever que decorre da razão e só nela tem o seu fundamento. Kant recusa que a mesma possa ser extraída a partir de exemplos concretos.
Tendo nascido em 1724, o autor tornou-se um dos principais pensadores do iluminismo. Defina iluminismo.
R: Conjunto de ideias consolidadas no século XVIII, as quais têm, na razão e no esclarecimento, a via de emancipação do homem.

Porque razão se afirma que a ética de Kant, não tem conteúdos? Justifique a sua resposta.
A ética de Kant é uma ética sem conteúdos por ser uma ética formal e que não nos diz o que temos de fazer mas sim a maneira como devemos actuar. Esta ética menospreza o fim que rege a nossa forma de agir sublinhando o facto de que o que realmente importa é a intenção e coerência entre a acção e a lei.

sábado, 2 de outubro de 2010

Ciência, Senso comum e Filosofia

SENSO COMUM
“Saber ligado às exigências práticas do quotidiano”
  • Superficial
  • Ingénuo
  • Imetódico
CIÊNCIA
“Actividade humana cuja finalidade é explicar os fenómenos”
  • Não reconhece valor à apreensão espontânea da realidade
  • Rejeita teorias que não sejam ulteriormente confirmadas
  • Implica rigor metodológico
  • Exige fundamentação através de dados objectivos
  • Elabora testes de avaliação
  • Enuncia leis
  • Tem a capacidade de prever fenómenos
  • Constrói teorias através de métodos claramente definidos
FILOSOFIA
“Actividade de formulação e tematização de problemáticas”
  • Reflexão tendo em vista a compreensão dos fenómenos
  • Lida com a dimensão não solúvel dos problemas (problematicidade) e com as respostas possíveis
  • A Filosofia aborda as questões de sentido
  • Aborda os problemas da vida
A ciência aproxima-se da Filosofia pelo seguinte:
  • Postura de investigação
  • Desejo de saber
  • Procura racional
  • Descodificação dos enigmas e mistérios do mundo
  • A ciência distingue-se da Filosofia pelo seguinte:
  • Não se contenta com respostas e procura soluções para os problemas
  • O seu modo de ser traduz o desejo de resolução e eliminação de problemas
  • Circunscreve o domínio que ela se propõe abarcar (exactamente o que é susceptível de ser solucionado e resolvido)
  • Constrói as suas teorias através de métodos previamente definidos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Tia Filó

Afinal de contas quem é a Tia Filó? A Tia Filó (ou Filosofia se preferirem), é um campo de crítica e interrogação há muito estudada. Já na Antiguidade os grandes Filósofos se interrogavam sobre verdades não provadas e até daquelas que já tinham sido provadas. Quando filosofavam pensavam livremente, segundo as suas intuições, sem nunca rejeitar qualquer tipo de problemas e soluções.